Entrevista com Pedro Lopes por Allan Yzumizawa

Numa quarta-feira chuvosa, fui visitar o ateliê do Pedro para realizarmos uma conversa sobre sua trajetória. Recebido por Rose, sua companheira, sentamos no sofá da sala e com o estalo de um lampejo – aquele tempo que dura para o raio cair na terra – fui transportado para um outro tempo, como num romance proustiano. Esse tempo das minhas memórias, das quais eu mesmo não vivi – uma espécie de pertencimento apartado e que a partir de um esforço, o Pedro me fez resolver esse conflito/tensão. Mas que na verdade, essa resolução só me fez encontrar tantos outros conflitos:

https://operceptos.com/2018/08/30/entrevistas-pedro-lopes/

Deixe um comentário